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:: sábado, 11 de outubro de 2008

Obama, meus abuelos e a literatura
Demorei um pouco para falar de Obama. Mas falo agora porque meus abuelos, como chamo o grupo que oriento lá no nosso projeto, deram uma dimensão emocional ainda mais forte à História. Da magnitude de seus 93 anos, Tina, a mais falante do grupo, resumiu:

- Todos nós escrevemos esta página, professor!

Sim, Tina. Somos todos autores. Mas poucos - como você - são personagens.


:: terça-feira, 28 de outubro de 2008

Namoradinha do Brasil
As posturas acríticas, aquelas das eternas trocas de elogios entre os pares, alimentam candidaturas ao cargo de namoradinha do Brasil. A namoradinha acha que tudo gira em torno dela, refere-se somente a ela, nada além dela.
Falta humildade.


:: sábado, 9 de agosto de 2008

O ANALFABETO QUE PASSOU NO VESTIBULAR (romance)

Leia os 4 primeiros capítulos aí ao lado.

PALESTRAS SOBRE O ROMANCE: DIAS 10 E 20/9 e 3/10 e 8/10

Palestras sobre O ANALFABETO QUE PASSOU NO VESTIBULAR:

Dia 10/9, 20h: na livraria Jardim Oceânico, na Av. Érico Veríssimo - Barra

Dia 20/9, 20h: no restaurante Vice-Rey (Festa e Choppada). Av. Monsenhor Ascânio 535 - Barra

Dia 3/10, 19h: lançamento na livraria Prefácio. Rua Voluntários da Pátria, 39 - Botafogo

Dia 8/10, 20h: palestra na FNAC do Barra Shopping.


:: quarta-feira, 3 de setembro de 2008

ROMANCE POLICIAL : NAS LIVRARIAS OU PELO SITE DA EDITORA
LEIA OS 4 PRIMEIROS CAPÍTULOS AQUI.

O livro está nas livrarias, mas você pode comprar com desconto no site da editora, www.7letras.com.br

Comentários para o e-mail felipepena@globo.com

ROMANCE POLICIAL SERÁ LANÇADO NO DIA 20 DE SETEMBRO
.

Leia os quatro primeiros capítulos aqui.

O livro está nas livrarias, mas você pode comprar com desconto no site da editora, www.7letras.com.br

Comentários para o e-mail felipepena@globo.com


:: quinta-feira, 24 de julho de 2008

Romance policial já está à venda
Título: O ANALFABETO QUE PASSOU NO VESTIBULAR

Desconto de 20% no site da editora:

Link para comprar o livro

ROMANCE SERÁ LANÇADO NO DIA 30 DE AGOSTO
Será uma choppada de lançamento.

Solicitação de convites: felipepena@globo.com

VOU LANÇAR ROMANCE POLICIAL
.
Vem aí meu primeiro livro de ficção.

É um romance policial.

Está pronto, em fase de edição.

Sugestões: felipepena@globo.com

Aguardem.


:: domingo, 5 de agosto de 2007

Exposição de fotos na Aliança Francesa
Todos estão convidados para a exposição de meu trabalho fotográfico intitulado SOLIDÃO E VICE-VERSA.
Vernissage:
Local: Aliança Francesa da Barra (Av. Erico Veríssimo)
Data: sexta-feira, dia 1º dejunho
Hora: das 18h às 21h
EXposição até o dia 22 de junho


:: quinta-feira, 22 de março de 2007

Palestra na Biblioteca Nacional
Quinta-feira, dia 5 de abril, no centro do Rio.

Tema: o jornalismo contemporâneo


:: segunda-feira, 2 de abril de 2007

Sobre jornalismo
Artigo no jornal O Globo de Sábado, dia 3 de fevereiro.

Resenha sobre o livro Jornalismo Literário na revista Carta Capital de 31 de janeiro.


:: domingo, 1 de julho de 2007

Brasileiro
Primeiro, depois
Mário Quintana

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois

Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois


:: quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Aniversário
Livro de horas

Miguel Torga


Aqui diante de mim,
Eu, pecador, me confesso
De ser assim como sou.
Me confesso o bom e o mau
Que vão ao leme da nau
Nesta deriva em que vou.

Me confesso
Possesso
Das virtudes teologais,
Que são três,

E dos pecados mortais,
Que são sete,
Quando a terra não repete
Que são mais.

Me confesso
O dono das minhas horas
O das facadas cegas e raivosas,
E o das ternuras lúcidas e mansas.

E de ser de qualquer modo
Andanças
Do mesmo todo.



:: quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

NERUDA
"Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não me tires o teu riso.

Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.

A minha luta é dura e regresso com os olhos cansados às vezes por ver
que a terra não muda, mas ao entrar teu riso sobe ao céu a procurar-me
e me abre todas as portas da vida"

(O teu riso - Pablo Neruda)


:: domingo, 12 de novembro de 2006

Nietzsche
Onde leva o caminho?

Nietzsche

Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio da vida.

Ninguém, exceto tu, só tu.


Existem, por certo, atalhos sem número e pontes, e semi-deuses que se oferecerão para levar-te além do rio, mas isso te custaria a própria pessoa.


Tu te hipotecarias e te perderias.


Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.


Onde leva?


Não pergunte, segue-o.



:: segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Entrevista no Observatório da Imprensa
Veja a entrevista com O Diretor da Central Globo de Comunicação


:: segunda-feira, 23 de outubro de 2006

CONGRESSO SOBRE JORNALISMO: inscreva-se.
II Jornadas Internacionais de Jornalismo da UFP

2 de Março de 2007 · Universidade Fernando Pessoa · Porto · Portugal

Tema central: Por que Estudar o Jornalismo?

14h45 − 16h15

Por que Estudar o Jornalismo? A Visão dos Profissionais

Moderador: Rui Melo (Universidade Fernando Pessoa)

João Paulo Meneses (TSF)

Henrique Monteiro (Director do Expresso)

Miguel Martins (Editor multimédia do Expresso)

Júlio Magalhães (TVI)

Comentador: João Carlos Correia (Universidade da Beira Interior)



16h15 − 16h45 Pausa para café



16h45 − 18h30

Why Study Journalism? International Perspectives

Moderador: Cristina Ponte (Universidade Nova de Lisboa)

Barbie Zelizer (University of Pennsylvania)

Brian McNair (University of Strathclyde in Glasgow)

Felipe Pena (Universidade Federal Fluminense)



:: segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Fernando Pessoa:
Abasteça teu coração com fé,
não a perca nunca.

Alague teu coração com esperanças,
mas, não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa seguir, sigua!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver certo, continue.

Se sentir saudades, mate-as.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Circunda-se de rosas, ama, bebe e cala.
O mais é nada.


:: sábado, 10 de junho de 2006

Minha explicação, via Neruda:
No escribo para que otros libros me aprisionen
ni para encarnizados aprendices de lirio,
sino para sencillos habitantes que piden
agua y luna, elementos del orden inmutable,
escuelas, pan y vino, guitarras y herramientas.

Escribo para el pueblo, aunque no pueda
leer mi poesía con sus ojos rurales.



:: segunda-feira, 10 de abril de 2006

Para ti
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Así y distingo dicha de quebranto
Los dos materiales que forman mi canto
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos que es mi propio canto.


Gracias a la vida que me ha dado tanto.


:: terça-feira, 26 de setembro de 2006

O teu riso - Pablo Neruda


Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.


Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.


A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.


Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.


À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.


Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.


:: sexta-feira, 22 de setembro de 2006

Parte de um poema de Neruda
Déjame que te hable también con tu silencio
claro como una lámpada, simple como un anillo.
Eres como la noche, callada y constelada.
Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.


:: quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Programa Espaço Público
Na TVE - Rede Brasil. Todo dia, à meia-noite e cinqüenta. Às quintas-feiras, eu faço o papel de comentarista.


:: quinta-feira, 9 de março de 2006

Lançamento de meu novo livro: JORNALISMO LITERÁRIO
Quinta-feira, 21 de setembro, a partir das 19 horas, na PUC-Rio, na Marquês de São Vicente, 225, Gávea.

Poema de minha amiga Val
Vizinhanças
Um
Poema
Do amanhecer

Pois
Amanheces
Que bem sei

Sei também
Dos teus amores
Tuas dores
É..
É que não sei

Como seria
Um poema
De alguém
Da lua
Pra alguém
Da rua
... do sol

Seria um
Poema vaidoso
Perigoso
Um poema
Feito de sol


:: segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Click na comunidade que meus alunos do Acre criaram para mim
..


http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=16888071


:: quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Lançamento do livro "Jornalismo Literário"
JORNALISMO LITERÁRIO"... ..


Lançamento de meu novo livro:

Dia 21 de setembro, a partir das 19 horas, na PUC-Rio (livraria Carga Nobre)

Você está convidado.


:: quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Da série poemas:
Manoel de Barros

Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras fatigadas de informar.
Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas.
Dou respeito às coisas desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que as dos mísseis.
Tenho em mim esse atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
Porque eu não sou da informática:
Sou da desinformática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.


:: segunda-feira, 14 de agosto de 2006

Resenha de Erick Felinto sobre livro Teoria do Jornalismo
Viver em uma época de crise e transformações constantes exige um espírito capaz de adaptação rápida e de generoso acolhimento a tudo o que é novo. No campo de estudos da comunicação, a essas exigências acrescenta-se ainda uma intuição especial para captar o que é essencial ao espírito do tempo. Parafraseando Pound, o pesquisador de comunicação deve, como o artista, ser uma “antena da raça”. Seu mister é traduzir em reflexão e conceito o estado da cultura no momento presente. O novo livro de Felipe Pena, Teoria do Jornalismo, cumpre essas demandas com doses iguais de rigor e elegância.
No frio mundo dos manuais, o trabalho de Pena se destaca como um texto vivo e pulsante. Ele é exaustivo em sua descrição do estado da arte de seu objeto, ao mesmo tempo em que claro e prazeroso no estilo da escrita. Dedicado eminentemente aos estudantes de graduação, freqüentemente sufocados nos cursos pelo eterno dilema entre teoria e prática, Teoria do Jornalismo se inicia precisamente com uma meditação extremamente pessoal sobre o despropósito de tal embate. Digo “pessoal”, pois o livro de Pena comete, nesse sentido, duas heresias acadêmicas: opta por escrever em primeira pessoa e entremeia a apresentação de conceitos e teorias com referências a experiências de vida. Assim fazendo, demonstra que não existe teoria que não se radique na realidade e não existe prática que não se alimente da teoria.
Essas escolhas também refletem, em alguma medida, a sintonia do texto com o a atualidade. O livro dialoga com certa tendência recente do discurso acadêmico, em especial no mundo anglo-saxão, de reaproximar o observador do objeto observado. Trata-se de uma tendência que opta por denegar o hermetismo do tradicional jargão universitário em benefício de um texto cristalino e agradável, mas denso e original, como testemunham, por exemplo, algumas obras recentes de teóricos como Hans Ulrich Gumbrecht (Production of Presence, Stanford University Press, 2004) e Steven Shaviro (Connected, or what it means to live in the Netwok Society, University of Minnesota Press, 2003). Ao mesmo tempo, essa pessoalidade radical da escrita denuncia, indiretamente, um dos grandes mitos do jornalismo – um mito partilhado por longo tempo com os discursos da ciência: a idéia da neutralidade do observador.
Felipe Pena recusa tal neutralidade no momento em que oferece ao leitor um breve relato do trabalho que desenvolvera como Diretor de curso e Sub-Reitor de uma grande universidade particular, antes de passar a integrar o quadro de docentes da UFF. Por meio desse relato, o leitor entende que vida e obra são inseparáveis , configurando um campo de experiência e reflexão que foi objeto de um estudo anterior do autor, Teoria da Biografia sem Fim (Mauad, 2004). Ali, Pena evocava os célebres versos de Fernando Pessoa para definir o jornalista como um fingidor. Finge acreditar no real que descreve, quando, bem no fundo, sabe que “o máximo que pode oferecer é um efeito de real” (2004: 15). No novo livro, sugere que a origem do jornalismo encontra-se no medo; medo diante do desconhecido, do devir incerto que buscamos pacificar por meio das tentativas de prevê-lo e descrevê-lo.
É pouco provável que essas afirmativas sejam acolhidas com prazer pelos jornalistas, mas a tarefa da teoria, como bem lembrava Paul de Man, é resistir (e, por outro lado, quanto mais se resiste a ela, mais ela floresce) . Para a teoria do jornalismo, a grande missão consiste, segundo Pena, em entender por que as notícias são como são e quais são os efeitos gerados por essas notícias (2005: 17). Com o objetivo de abordar essas questões – e sem a pretensão de oferecer respostas finais – o texto de Teoria do Jornalismo flui com leveza através de uma seqüência lógica que abarca três grandes partes: conceitos e histórias, teorias e críticas e tendências e alternativas. Ao final de cada subdivisão, o leitor encontra breves indicações de bibliografia complementar, material valioso para o estudante ansioso diante da escassez de estudos na área. Esse cuidado com o estudante é complementado pela excelente bibliografia comentada ao final do volume.
Teoria do Jornalismo encontra sua maior força nos momentos em que refuta idéias como a de que “os procedimentos jornalísticos constituem um saber autônomo e auto-suficiente” (ibid.). Em um trabalho de fôlego (e de paixão) como o realizado por Felipe Pena, a coragem de assumir maiores riscos é compensada pelo extremo cuidado com leitor, futuro jornalista ou pensador do jornalismo. É a esse leitor que o livro é dedicado em última instância. Felipe Pena entende que nenhuma obra ou pensamento é fruto do intelectual solitário, gênio isolado do resto do mundo em um laboratório imaginário, como o do Fausto de Goethe. Todo texto, do jornalístico ao acadêmico, é também determinado por realidades culturais e discursos socialmente partilhados. Em Teoria do Jornalismo, encontramos esse autor múltiplo, indefinido e “fractal”, para usar um termo caro ao jovem pesquisador. E a escritura que produz, igualmente múltipla, híbrida e acolhedora – quiçá uma teoria do “jornalismo sem fim” – constitui significativa contribuição aos estudos de comunicação em nosso meio.


:: sexta-feira, 8 de setembro de 2006

ATUALIZADO AOS DOMINGOS
Da série poesias:

Autoretrato (Pablo Neruda)

Por mi parte, soy o creo ser duro de nariz,
mínimo de ojos, cresciente de abdomen,
ancho de suelas, amarillo de tez,
generoso de amores, imposible de calculos,
concluso de palabras, lento de andar,
aficionado a las estrellas, caminante de arenas,
chileno a perpetuidad, amigo de mis amigos,
mudo de enemigos, mal educado en casa,
discreto entre los animales, oscuro en las bibliotecas,
lentísimo de contestaciones, ocuriente a lo después,
vulgar durante todo el año, amable de mujeres,
poeta por maldición y tonto de capirote.

ATUALIZADO AOS DOMINGOS
Helena: Oi, Felipe, que legal te encontrar no Orkut!
Sou jornalista e também professora do curso de Jornalismo da Unimonte, em Santos/SP. Neste semestre, o novo currículo do curso traz a disciplina Jornalismo Literário. E eu sou a responsável pela disciplina.
Imagina a minha surpresa quando recebi o e-mail da Contexto divulgando o lançamento do teu livro. Perfeito!!!
Liguei na mesma hora pra editora, já pedi meu exemplar e, claro, avisei a classe que faremos um debate sobre o teu livro. A turma foi dividida em grupos e cada grupo lerá dois capítulos do livro. Depois, apresentará as principais idéias para o restante da classe.
Puxa, muito obrigada mesmo!
Um abraço


:: domingo, 30 de julho de 2006

Atualizado aos domingos
.
Na semana que vem, uma artigo sobre jornalismo. Hoje, dois poemas:

Para começar, Fernando Pessoa:

Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar,
Que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica com meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me,
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
... Sinto que sonho o que me sinto sendo.


E, para terminar, mais do mesmo, completamente diferente, um poema de Alberto Caeiro:

Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência,
Nunca ao defeito de exigir do mundo
Que fosse qualquer coisa que não fosse o mundo.


Embora sempre tivesse o desejo de mudá-lo!!!!

Mundo, vasto mundo, e se eu me chamasse Carlos?
Não seria Drummond. No máximo, um Tevez cansado de tango e de torcedor corintiano.


:: quinta-feira, 27 de julho de 2006

Atualizado aos domingos
Os poemas abaixo foram escolhidos por minha meteorologista.


Na Guiné-Bissau, há um poeta que se chama Antonio Baticã Ferreira, cujo poema A FONTE versa sobre a umidade e diz o seguinte:

Pequena como a fonte
é a nascente onde tudo vem beber...

Ela nos protege.
Ela é a alma das crianças.
Fonte do reino, força nossa...

Terra bem nobre,
Seu lugar de nascimento.


Sobre utopia...
Do poema LEITURA COLETIVA, do moçambicano Rui Nogar:

Dos livros que se revelam
na rota dos meus passos
e libertos se insinuam
no silício do silêncio.

Para que triunfe a justiça
por aí, por aí,
por esse mundo afora.

Aqui vos deixo amigos esses livros.



Escreve-se pelos motivos do segundo poema.
Inscreve-se pelas razões do primeiro.


:: sábado, 7 de outubro de 2006

Lançamento será em setembro
Meu novo livro, "Jornalismo Literário", da editora Contexto, será lançado em setembro na PUC-Rio. Quando a data for fixada, eu informo.


:: domingo, 14 de maio de 2006

Vem aí o livro "Jornalismo Literário"
Em breve. Novo lançamento da editora Contexto.


:: terça-feira, 15 de novembro de 2005

As origens do jornalismo
Não há consenso sobre as origens do jornalismo. Para muitos pesquisadores, ...

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.


:: sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Lançamento da biografia de Adolpho Bloch
No dia 16 de novembro, às 19h, no teatro da Cidade, ao lado do Bar Lagoa, no Rio de Janeiro, vou lançar o livro "Adolpho Bloch: histórias, perfis e outros fractais biográficos".
O livro é uma adaptação de minha tese de doutorado. O prefácio é de Carlos Heitor Cony.
Cedi todos os direitos autorais para a Comissão de ex-funcionários da Bloch, ligada ao sindicato dos jornalistas.
Estão todos convidados.


:: quinta-feira, 20 de outubro de 2005

1000 perguntas em Teoria da Comunicação
O lançamento do livro "1000 perguntas em "Teoria da Comunicação", organizado por mim e escrito por meus alunos, será no dia 7 de novembro, às 20h, na Casa de Cultura da Barra.


:: quarta-feira, 3 de agosto de 2005

TELEJORNALISMO NO ORKUT
A comunidade de Telejornalismo no ORKUT está no link
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=226267

O link para minha página pessoal no orkut é
http://www.orkut.com/Home.aspx?xid=8687162954128352146


:: quinta-feira, 7 de julho de 2005

Teoria do Jornalismo
Intercom
No próximo congresso da Intercom, haverá um evento especial: o II Colóquio Brasil-EUA. Para conhecer a lista de trabalhos: www.intercom.org.br.


:: segunda-feira, 6 de junho de 2005

FLIP começa no dia 6 de julho
A Feira Internacional de literatura em Parati começa no dia 6 de julho. Os ingressos já estão à venda. O evento é muito interessante. Além das palestras com os escritores, há o charme da cidade. Vale a pena conferir.
Informações pelo telefone 0300-7893-200.
Ingressos no site www.americanas.com.br/flip.


:: terça-feira, 31 de maio de 2005

Congresso da Compós começa na quarta-feira
O Congresso anual da Associação dos programas de pós-graduação em comunicação (Compós) começa na quarta-feira, dia 1 de junho. O programa completo está em http://www.uff.br/mestcii/encontronauff.htm.


:: quinta-feira, 19 de maio de 2005

Colóquio Brasil - Estados unidos de Ciências da Comunicação
Clique no resumo do artigo que foi submetido à organização do evento.


:: domingo, 15 de maio de 2005

Agora o site tem atualização constante
A partir de agora, o site terá atualização imediata a partir do sistema desenvolvido pelo meu amigo Owl Jones. Assim, poderei aumentar a eficiência na comunicação com vocês.

Felipe Pena


:: terça-feira, 3 de maio de 2005

No jornalismo não há fibrose: a ruína das fontes, o denuncismo e a opinião pública.
Artigo submetido ao Congresso da Intercom em maio/2005.


:: quarta-feira, 15 de setembro de 2004

Quais as questões políticas envolvidas no choque entre Lula e o New York Times?
A discussão está rolando no fórum de jornalismo político. Leia o texto que deu origem a questão aqui e participe.


:: quinta-feira, 6 de maio de 2004

Resenhas digitais: o que é?
Por enquanto, só podemos respoder o que queremos ser... Resenhas espera formar uma comunidade reunida em torno de algumas questões-chave da comunicação. Este pequeno empreendimento começa voltado para a discussão sobre telejornalismo, tentando se estender até o debate sobre jornalismo digital. Resenhas digitais vai ser, assim, a vitrine do que é produzido neste grupo: a partir do que venha a realizar no fórum, a idéia é criar discussões que possam ser proveitosas na prática profissional e na vida intelectual de nossos integrantes - estas duas instâncias que jamais se separam...

Ciência política: algumas idéias
Sociedade civil, soberania, contrato social, estado de Natureza... sem compreender conceitos como esses, é quase impossível acompanhar qualquer discussão sobre política...
Tentamos apresentar, aqui, algumas destas idéias, na expectativa de clarear um pouco a compreensão do tema. Links para alguns textos clássicos essenciais também estão disponíveis.

Na pasta de telejornalismo...
Quem andou fuçando na pasta de tele deve ter se deparado com o texto de Ted White, “Broadcast News”. Nele, o autor destrincha diversas normas sobre o texto para TV, indicando o formato mais indicado para a escrita no audiovisual.
Muito interessante, sem dúvida... A não ser pelo fato de estar todo em inglês... Nossa língua, por aqui, é outra: logo, a única opção parece ser colocar a mão na massa e traduzir toda aquelas técnicas para nosso idioma.
Quem se habilita? Estamos dando um incentivo: montamos um esquema inicial. Daqui em diante é com a comunidade.